FESTIVAL DE DANÇA DO VENTRE, QUEM É O SEU CLIENTE?

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Marina

Olá queridos leitores!!!!

Serei direta. Não é de hoje que tenho visto que em alguns eventos competitivos a regra é apresentar aos bailarinos um compilado, um resumo de suas notas e não a avaliação na íntegra, com notas, comentários e assinatura do júri. Apesar de isso não ser a regra, mas a exceção, achei que o assunto merecia um post. 😉

Não sei qual a razão de todos os organizadores que adotam essa regra, mas já ouvi de um deles que o objetivo é proteger os jurados.

Bom, eu tenho sido jurada em vários eventos do gênero e acho que o mais razoável não deveria ser nos proteger; mas proteger, honrar, fornecer visibilidade, respeito e clareza a quem paga e custeia os concursos de dança. Ou seja, os verdadeiros clientes dos Festivais!

Os bailarinos fazem altos investimentos não só pagando suas inscrições, mas também, aulas, investindo seu tempo na produção de um trabalho artístico, gastando com seus figurinos e produções em geral, além de consumirem produtos durante os eventos. Ou seja, são eles que viabilizam e movimentam este mercado dos Festivais e é a eles que se devem oferecer os melhores serviços. E entendo aqui, por parte essencial dos “melhores serviços” a ficha completa e sem cortes de suas avaliações. Na verdade, acho que isso é o mínimo que os concorrentes têm direito: transparência.

Em contrapartida, a garantia de transparência faz nascer no avaliador, a mais clara e absoluta noção de responsabilidade. Responder nem que seja moralmente por tudo que escreve e julga coloca o júri num lugar do justo, do ponderado, do consciencioso.

Pra mim, a transparência é o final feliz para todos os festivais. Ela é capaz de oferecer os melhores serviços aos seus clientes, responsabilidade aos jurados e credibilidade aos organizadores. Ninguém perde com ela!

E assim, fico por aqui!!! Um super beijo a todos!!! 😉

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