DANÇA DO VENTRE – PROFISSÃO OU DIVERSÃO?

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 galabia prata

É fato que nem todo mundo tem o privilégio de trabalhar com o que gosta. E no meio da Dança do Ventre, a maioria de nós tem outro trabalho e a dança ocupa um lugar secundário. Não no coração, mas na escala de obrigações, compromissos, responsabilidade e até qualificação. Isso porque, nesses casos, não é dela que vem o sustento ou porque a vida artística não é capaz de manter por si só, o padrão de vida desejado. Até ai, tudo bem… acho que dá pra entender, pois viver de arte no Brasil é mesmo uma tarefa complicada.

No entanto, quando a relação com a dança se torna profissional e, consequentemente envolve terceiros (contratante, público e aluno), mesmo que ela não seja a atividade principal para colocar o pão de cada dia à mesa, o assunto passa a merecer um pouco mais de reflexão.

Não importa se você tira o seu sustento da dança ou não, mas se você aceitou fazer um show, tem que ser pontual e tem que cumprir com o que foi acordado com seu contratante. É direito do público receber o melhor da sua dança e não se esqueça nunca, que o aluno pagou para ter acesso a conteúdos preciosos em tempo adequado de aula. E isso só pra citar o mínimo.

Na minha opinião, a dança deve ser encarada como puro divertimento somente aos olhos do aluno e do público. Para o professor e bailarino, ela é oficio. E se você se diverte muito com o seu trabalho com a dança, você é uma pessoa privilegiada e feliz. Então, permita que essa felicidade saia de você em forma de elegância, generosidade e acima de tudo, respeito. Ser profissional é muito mais uma questão de postura do que te título.

Beijos a todos e ótima semana, queridos leitores!!!! 😉