Sobre

Blog Nilza Leão – Entre o Universo Feminino e o Mundo Dançante

Olá, Gente Querida, Tudo bem? Meu nome é Nilza Leão. Eu sou professora e bailarina profissional de Dança do Ventre.

A paixão pela dança e pela condição feminina me levou a fundar este Blog. E eu gostaria de te fazer algumas perguntas:

  • A dança te emociona? A dança te inspira? A dança te intriga?
  • Você sente que a dança te completa como mulher e te faz crescer como pessoa?
  • Você quer se realizar profissionalmente na dança?
  • Ou simplesmente quer receber a dança na sua vida como uma forma de ser mais feliz?

Então, esta é a sua casa. Seja muito bem-vinda. O Blog Nilza Leão é o nosso ponto de encontro com a dança e com o nosso universo feminino.

Este espaço é seu, é meu, é da dança!

Não importa onde você esteja ou pra onde pretende ir, nós estaremos juntas:

Blog Niza Leão

  • Estudando e pesquisando a Dança do Ventre a luz da cultura, dos costumes,  dos contextos históricos e geográficos, aos quais ela pertence.
  • Atualizando conhecimento e acompanhando o desenvolvimento da dança frente ao mercado.
  • Discutindo assuntos pertinentes ao universo feminino, tais como relacionamento, beleza, bem-estar, saúde, trabalho e lazer.

A minha paixão pela Dança do Ventre me fez estudá-la com profundidade.

E foi assim que eu descobri um mundo que poucos conhecem.

O estudo da Dança do Ventre, na verdade, é muito mais amplo do que se imagina e engloba não somente as danças glamourosas, talhadas para o entretenimento.

Na verdade, ele inclui o conhecimento de diversas danças populares e folclóricas de vários países árabes, divididos entre os continentes africano e asiático. Isso fornece à dança, uma considerável complexidade.

Por isso, é muito comum encontrar erros, muitas vezes grosseiros, nas apresentações de dança:

  • Desconhecimento quanto ao gênero musical escolhido;
  • Inadequação entre a música e o acessório escolhido pra dançar (véu, snuji, espada, etc);
  • Escolha errada dos passos típicos da dança;
  • Ausência da ginga característica de cada dança;
  • Desconhecimento da letra e da sua adequação à performance;
  • Pouco ou nenhum conhecimento de música, em especial a música árabe;
  • Inadequação do figurino à performance, dentre muitos outros.

Inclusive, para te ajudar a entender a importância da escolha acertada do figurino, considerando a grande variedade de estilos musicais (clássicos, populares e folclóricos) eu preparei uma vídeo-aula que você pode acessar, cadastrando o seu e-mail. Basta clicar na imagem abaixo.

Adequando o Figurino à Performance

A proposta do Blog Nilza Leão é oferecer às estudantes de Dança do Ventre e Folclore Árabe, conteúdo de grande valor e qualidade, para que se possa construir uma dança consistente, independente do seu desejo de se profissionalizar ou não.

“Quem Dança é Mais Feliz!”

Quem já não ouviu essa frase? E quem é capaz de discordar?

Sabemos o quanto a dança é capaz de empoderar a mulher.  Especialmente a Dança do Ventre que é repleta de movimentos suaves e femininos.

Para muitas, a dança é o caminho mais poderoso e prazeroso para aliviar o stress do dia a dia, em função das enormes cobranças sociais que recaem hoje sobre a mulher moderna.

Descobrir-se capaz de dançar, explorando todo o seu poder feminino, é uma experiência ao alcance de toda mulher. Enfim, você pode e merece isso!

 

Taksim Baladi Nilza Leão

Você quer conhecer mais sobre a Dança do Ventre e explorar ainda mais a sua feminilidade?

Junte-se a nós, um grupo de centenas de mulheres inteligentes e poderosas, que vêm recebendo todas as atualizações do Blog Nilza Leão. Um Blog totalmente voltado pra você e pra dança.

Saia na Frente!

Receba gratuitamente as atualizações do BLOG NILZA LEÃO.>

 

Por Que Eu Sei que a Dança é Transformadora?

Nilza Leão

Você deve estar se perguntando. Quem é Nilza Leão e porque eu decidi fundar um Blog para falar sobre a Mulher e sobre a Dança do Ventre?

Minha história é muito simples e se parece com a história de muitas mulheres da minha geração.

Eu nasci em 1963, com 7 meses de gestação, em Juiz de Fora – Minas Gerais. Meu pai era advogado e professor. E minha mãe é dona de casa. Éramos uma família pequena e eu, a mais nova de um casal de filhos. Meu irmão é 11 meses mais velho do que eu.

Fui criada num ambiente machista, que naturalmente tendia a reforçar a minha suposta fragilidade feminina, dentro de um universo típico da tradicional família mineira.

Menina, pré-matura, caçula, a “princesinha da casa”, nascida na década de 60, precisava ser protegida porque o “selo de fragilidade” (leia-se, incapacidade), já vinha de fábrica, bem no centro da testa! 😉

Acontece que, contrariando os “oráculos”, eu havia nascido muito mais forte do que podia-se imaginar. E todos os meus passos foram em busca da construção da minha autonomia.

Eu acreditava que, para conseguir o respeito dos meus pais, em primeiro lugar, e o respeito da sociedade, em segundo, eu precisava “matar um leão por dia”. Era preciso endurecer um pouco a menina pré-matura, caçula, nascida numa família tipicamente mineira, que guardava um segredo.

Eu era vaidosa! Sempre fui! Desde pequena.

Acho que meus primeiros passos já foram dentro dos saltos altos da minha mãe. E ela que não fosse louca o suficiente para deixar seu batom predileto dando sopa em cima da penteadeira!!! 😉

Dai, você se pergunta. “Mas qual o problema de ser vaidosa e forte ao mesmo tempo?”

É, eu espero sinceramente que hoje em dia essa questão já seja ultrapassada. No entanto, eu sei que, pra muitas mulheres, ser feminina e auto suficiente, ao mesmo tempo, ainda é um conflito.

Mas na década de 60, 70, a coisa pegava ainda mais forte pro lado da mulher. Mulher bonita era sinônimo de mulher burra. Vaidade e futilidade andavam de mãos dadas e a passos largos.

Portanto, quem quisesse vencer no mercado de trabalho, ter credibilidade e ser respeitada como uma mulher inteligente e de conteúdo, teria que se abster da vida mundana das maquiagens, joias, roupas, calçados, bolsas e cabelos esvoaçantes.

E assim eu vivi esse conflito. Parece bobagem, mas não é. No fundo estamos falando de liberdade. Estamos falando do direito da mulher de ser quem quiser ser. E de não ser julgada por isso.

O Encontro com a Dança e Comigo Mesma

Nilza Leão

Desde pequena, sou amante das danças.

No auge dos meus 5 anos, como toda criança na minha idade, eu era tida como “a engraçadinha da família” quando começava a dançar ao ritmo de qualquer música que tocasse em casa, nas festinhas… não tinha tempo ruim.

Na adolescência, eu mesma comecei a pagar os meus estudos no jazz e no ballet moderno.

Muitos anos depois, já morando em Brasília, eu conheci o Flamenco e, em 2000, aos 37 anos de idade, eu me encontrei, enfim, com a Dança do Ventre.

A beleza e a sensualidade daquela dança hipnotizante me trouxeram a feminilidade sem culpa.

Eu digo “sem culpa“, porque, lógico, eu nunca deixei de ser uma mulher feminina e vaidosa. Mas, no fundo, devo confessar, que continuava sentindo um certo receio de ser vista como uma mulher fútil e sem conteúdo.

Mas a Dança do Ventre, enfim, me libertou de vez, dos últimos resíduos de preconceito.

Agora, eu podia me produzir sem dó e sem piedade. O brilho, as cores, o perfume… tudo estava ao meu alcance. E o que é melhor, eu seria aplaudida pela beleza da minha figura e pela competência dos meus movimentos em cena. E isso fez toda diferença na minha vida não só como bailarina e professora, mas também como mulher, amiga e amante.

Por que? Porque uma mulher feliz se coloca no mundo de uma outra forma!

Por isso, eu te convido a se cadastrar no Blog para acompanhar todas as atualizações  e descobrir uma dança repleta de conteúdo e significado, seja para torná-la uma profissional da Dança do Ventre, ou simplesmente para se sentir mais feliz e realizada.

Saia na Frente!

Receba gratuitamente as atualizações do BLOG NILZA LEÃO.>

Mas Ainda Faltava Vencer Mais um Desafio…

A Dança do Ventre crescia dia a dia no meu coração e na minha alma e, pela primeira vez, eu desejei me profissionalizar.

Dai, eu revivi um antigo conflito (mais um). Um conflito que eu ainda não tinha contado pra você.

Lá atrás, ao me formar em Psicologia, com 20 e poucos anos de idade, eu me vi obrigada a largar a dança para me dedicar em tempo integral ao consultório, concursos e especializações.

Havia chegado a hora de cuidar do futuro e só pensar em “coisas sérias”. Era o que eu espera de mim mesma e o que os outros esperavam também.

No final da mesma tarde em que eu disse pra minha professora que iria interromper minhas aulas de jazz, tocou o telefone lá em casa. Era um amigo, bailarino, dizendo que eu havia sido escolhida para  compor o corpo de baile da escola. O sonho de toda bailarina. Logo, eu não deveria parar de dançar.

Naquela noite, eu fui pra cama chorando, pois não tive coragem de voltar atrás.

Segui então a minha carreira de psicóloga, até conhecer a Dança do Ventre e resolver me matricular nas aulas apenas para me desestressar.

Mas como eu já disse, a Dança do Ventre se conectou tanto comigo, que eu passei e me dedicar a ela de forma absurda. Por uns instantes eu me questionei novamente se não deveria ocupar mais o meu tempo com a psicologia e “continuar levando minha vida a sério”.

E a resposta foi: “Sim! Não tenho dúvida! Vou continuar levando minha vida a sério”. E foi ai que eu mergulhei de cabeça nos meus sonhos.

Assista uma apresentação de “Taksim Baladi” que eu fiz no Show de Gala do Festival Souad aqui no Rio de Janeiro em 2013.

E para me tornar uma profissional qualificada, conquistar títulos, chegar onde cheguei, ter o respeito das minhas alunas e das minhas colegas, eu tive que estudar muito. E ainda estudo. Praticamente todos os dias.

Nilza Leão com Mestres Internacionais

Agradeço a todos os professores, mestres e minhas alunas também, por contribuírem para a minha formação.

Se hoje eu posso transmitir os meus conhecimentos, é porque eu tenho vocês na minha trajetória profissional, me inspirando e me dando um alicerce sólido pra prosseguir na minha missão de ensinar.

Qualificações Nilza Leão

Das Salas de Aula para o Mundo Virtual

Ensinar é uma das minhas maiores paixões. Acredite. É uma paixão ainda maior que dançar.

E gosto de dar aulas não só porque tenho habilidade pra isso, mas porque eu acredito, de verdade, que todos podem dançar!

 

Nietzsche

 

E se eu puder extrapolar as salas de aula e alcançar um número muito maior de pessoas, eu tenho certeza de que estarei contribuindo para a realização e a felicidade de muitas mulheres.  Estarei contribuindo por um mundo melhor por meio daquilo que eu sei fazer: dançar, dar aulas e transmitir meus conhecimentos.

Por isso, não importa se você quer ser uma profissional da dança ou se quer simplesmente dançar por prazer. Seja muito bem-vinda ao Blog Nilza Leão.

Hoje, minha missão aqui no Blog é encurtar o caminho que me leva até você para que eu possa dividir todo o meu conhecimento e a minha experiência, ajudando as mulheres que buscam, na dança, uma forma de serem mais felizes.

Kisses

Curtiu o Blog Nilza Leão? Então, junte-se a nós, cadastrando o seu e-mail abaixo!