OS 10 ERROS MAIS COMUNS NA DANÇA DO VENTRE QUE VÃO FAZER VOCÊ PARECER UMA BAILARINA INICIANTE

Tempo de leitura: 17 minutos

Você já pensou em fazer uma lista com alguns dos erros mais comuns na Dança do Ventre que podem comprometer a sua dança e a sua credibilidade como bailarina?

Ou você é daquelas que pensam que não se pode falar em erros quando o assunto é dança?

Pois é, muitas pessoas não aceitam falar de erros na Dança do Ventre, por acreditarem que, dessa forma, estariam engessando a dança. Isto é, estariam reprimindo todo o seu poder criativo.

Mas na verdade, temos que pensar que a Dança do Ventre possui uma origem, uma raiz e um contexto.

Não se pode colocar shimmy de quadril, oito maia e básico egípcio no frevo e falar que estamos fazendo uma dança típica do Recife.

Logo, toda dança tem um código mínimo por mais transformações que ela tenha sofrido devido às exigências do mercado.

E é justamente esse código que vai dar personalidade à dança. Que vai fazer com que ela seja reconhecida em qualquer lugar do mundo, não interesse o quanto longe de casa ela esteja.

Portanto, falar de erros e acertos é extremamente pertinente, quando o que se pretende é fazer uma apresentação típica de qualquer dança. E não vai ser diferente com a Dança do Ventre.

Então, minhas queridas preguiçosas de plantão, a palavra de ordem é estudar.  😉

Além do mais, entender o que é típico ou não, o que é certo ou errado, o que está dentro ou fora do contexto, não engessa arte alguma.

Pelo contrário. Saiba que a partir desses parâmetros, isto é, de um adequado estudo da Dança do Ventre, você será capaz de:

  • Fazer uma dança muito mais coerente, consistente e bem fundamentada, conforme suas origens.
  • Criar, com mais segurança, novas leituras e novas possibilidades para que a dança extrapole suas origens e, enquanto elemento artístico, ganhe novos espaços e admita novos códigos.

Pensando dessa forma, eu preparei este artigo contendo

Os 10 Erros Mais Comuns na Dança do Ventre Que Vão Fazer Você Parecer Uma Bailarina Iniciante.

 

Entendendo aqui que uma bailarina iniciante é apenas aquela pessoa que está no início dos seus estudos.

Que ainda não entrou em contato com o vasto mundo de informações que existe na Dança do Ventre e, por isso, está sujeita a cometer muitos erros na hora de se apresentar.

Espero que este material possa ajudar a todas as bailarinas e amantes da Dança do Ventre a compreenderem melhor essa arte.

Acredito que, por meio de estudos e do acesso a informações de qualidade, cada bailarina possa criar apresentações cada vez mais lindas e consistentes.

Além do mais, uma bailarina que mostra conhecimento enquanto dança, ganha respeito e credibilidade no mercado.

Por isso, continue lendo este artigo para descobrir o que eu enumero como sendo os erros mais comuns na Dança do Ventre. E não é só isso. No final, eu preparei uma grande surpresa pra você! E eu acho que você vai adorar!!! 😉

Então vamos lá!

Erro #1 – Uso de Bindi na Maquiagem de Dança do Ventre

Erros Mais Comuns na Dança do Ventre - Bindi

Pra quem não conhece, o “Bindi” é um adereço para ser usado na região que muitos chamam de terceira visão, localizada no centro da testa, entre os olhos.

Ele é muito utilizado por povos asiáticos, principalmente os indianos. E existem vários significados para esse costume.

Atualmente, muitas mulheres de diversos países usam o Bindi sem nenhum significado específico. Apenas por modismo ou gosto pessoal.

No entanto, o Bindi não é um recurso de maquiagem tipicamente árabe. Lógico que pode ser usado se o seu intuito é criar um estilo próprio na dança. Mas se for caracterizar uma personagem típica ou fazer um dança muito tradicional, talvez você possa dispensar o uso do adereço. Avalie.

Por outro lado, bailarinas de ATS e Tribal Fusion usam o Bindi com muita frequência. Na verdade, elas misturam elementos de várias etnias em seus figurinos. E a indiana é uma delas.

Mas é importante dizer que ATS e Tribal são danças diferentes da Dança do Ventre propriamente dita. Embora possuam as mesmas raízes, possuem suas linguagens próprias.

Dessa forma, use o Bindi com moderação. Planeje bem a sua personagem, o seu show.  Assim, você estará longe de cometer o primeiro dos 10 erros mais comuns na Dança do Ventre que podem fazer com que você pareça uma iniciante.

 

Erro #2 – Maquiagem de Cleopatra

Erros Mais Comuns na Dança do Ventre - Maquiagem Cleopatra

Quem nunca se produziu para o primeiro show fazendo aquele puxado reto, grosso e super preto nos olhos, que tanto lembra as maquiagens dos tempos dos Faraós?

Acredito eu que, como nós ocidentais associamos o Egito à Era Faraônica quase que instantaneamente, o mesmos conceitos e as mesmas imagens acabam sendo transportadas para a Dança do Ventre, tendo em vista a sua origem egípcia.

Mas o fato é que a dança, tal como conhecemos hoje, teve suas raízes muito fortes nas décadas de 1930, quando os padrões de beleza, a moda e consequentemente a maquiagem já eram outros.

Basta observar as maquiagens usadas pelas primeiras bailarinas de Dança do Ventre que temos notícias, como Badyeia Masabny, Samya Gamal, Taheyya Karioka, Naima Akef, Nadia Gamal, dentre outras.

Erros Mais Comuns na Dança do Ventre - Golden Age

Desde aquela época, até os dias de hoje, não vemos sequer uma única bailarina egípcia, síria ou libanesa se caracterizando com os olhos de Cleópatra.

Lógico que temos sempre que pensar na ideia de a bailarina querer criar um estilo próprio. Por isso, procure planejar bem a sua apresentação para que você possa se produzir de forma coerente.

Do contrário, você pode estar subindo aos palcos com uma maquiagem muito descontextualizada da sua dança.

Não corra o risco de cometer este, que é um dos erros mais comuns na Dança do Ventre. Arrase nos palcos com uma maquiagem moderna, que destaque o seu olhar. E use bons produtos para garantir que sua make resista até o final do seu show!

Erro #3 – Uso de Véu na Música Tarab

Erros Mais Comuns na Dança do Ventre - Véu Tarab

Uso o termo “Tarab” para fazer referência ao estilo musical clássico que surgiu na década de 1920, caracterizado por uma estrutura sofisticada, voltada para apresentações nos palcos e nos cinemas.

Tarab, em árabe significa “sensações e sentimentos” e sugere estado de êxtase e de entrega.

Estado este, atingido pelo povo árabe ao contemplar a música grandiosa da época.

Uma música longa o bastante para que seus ouvintes entrem em contato com suas emoções, de modo a experimentar sensações de alegria, tristeza, prazer, dentre vários outros sentimentos possíveis.

Esse gênero musical nasceu a partir da musicalização de um poema que inicialmente foi composto para ser ouvido. Dançá-lo, foi um passo posterior.

Como o Tarab é um gênero extremamente tradicional, com grande significado para os árabes, ele demanda uma interpretação muito especial por parte da bailarina.

Ela deve interpretar a letra da música, exibir uma dança pura, madura e intensa. Uma dança tipicamente árabe.

As bailarinas egípcias que começaram a dançar Tarab usaram o véu de forma muito peculiar, moderada e restrita. Confira este artigo no Site de Khaled Emam para complementar a sua leitura.

O véu usado na época não é o mesmo que estamos acostumados a fazer na Dança do Ventre hoje, cuja inspiração é totalmente ocidental. E como no Tarab, o elemento fundamental não é o véu, tome muito cuidado.

Estude e procure entender a magnitude de um Tarab. Você verá que o nosso belo véu de seda não é a melhor opção para este tipo de música.

Por isso, certos trabalhos de véu no Tarab, eu considero como sendo um dos erros mais comuns na Dança do Ventre que poder fazer você se parecer com uma bailarina iniciante.

Erro #4 – Passos Impactantes no Tarab

Erros Mais Comuns na Dança do Ventre - Movimentos Tarab

Como eu falei no tópico anterior, o Tarab é um tipo de composição  que convida ao sentimento e às sensações.

Por isso, é muito importante que a bailarina conheça a tradução da música para interpretá-la de forma correta e o mais emocionada possível.

Portanto, ao dançar esse tipo de música, a bailarina deve se preocupar em fazer uma dança tradicional.  Não cabem aqui, os inúmeros movimentos acrobáticos, tais como “quedas turcas”, “espacates” ou “grand batmans“.

Mesmo porque não existem esses e tantos outros movimentos impactantes, originalmente na Dança do Ventre.

Se a intenção é ser fiel ao estilo, o mais importante na interpretação de um Tarab é o envolvimento da bailarina com a música e com o que ela expressa.

Ela deve lançar mão de passos típicos das danças árabes, tais como os movimentos arredondados, os batidos e os shimmies.

No dia 17 de setembro foi ao ar no Canal Nilza Leão, uma entrevista que fiz com a professora e bailarina Márcia Dib, a respeito do Tarab. Aconselho que assista para conhecer mais sobre o tema.

 

 

Erro #5 – Dança do Jarro e Dança das Flores

Erros Mais Comuns na Dança do Ventre - fallahi

Não existe nada de errado com os nomes dessas duas danças.

No entanto, o que muitas bailarinas não sabem é que tanto a Dança do Jarro, quanto a Dança das Flores, nada mais são que tipos de Danças Fallahi.

As Danças Fallahi são típicas do povo ribeirinho egípcio e retratam a lida, o cotidiano das pessoas nas suas fazendas.

Portanto, não basta dançar Dança do Ventre com jarros ou cestos de flores nas mãos para exemplificar essas danças.

E isso é o que usualmente as bailarinas pouco experientes fazem.

  • Todas as Danças Fallahi têm sua linguagem própria, figurino típico e passos característicos.
  • Para dançar com jarro ou flores, portanto, é preciso estudar os passos, a ginga e o contexto sócio-cultural das Danças Fallahi.

Entenda e reconheça melhor essas danças para não cometer este, que eu considero ser, um dos erros mais comuns na Dança do Ventre que podem comprometer a sua performance.

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E então, está gostando desse artigo?

Continue comigo que em breve vou revelar minha surpresa pra você. 😉

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Erro #6 – Mãos e Braços no Taksim Baladi

Erros Mais Comuns na Dança do Ventre - Baladi

Se você observar, por exemplo, Fifi Abdo e tantas outras bailarinas egípcias, verá que elas dificilmente fazem a leitura do taksim com movimentos de braços e mãos.

Grande parte da interpretação do instrumento solista é feita no quadril da bailarina, usando predominantemente os movimentos ondulados e os shimmies.

Braços e mãos geralmente são bem aproveitados nas leituras das flautas.

Esse tipo de interpretação é um dos  aspectos que caracterizam a dança baladi e estar atento a ela, é ser fiel ao estilo.

A leitura da flauta, do acordeom, do teclado ou do sax predominantemente com os braços e mãos é um vício de nós, bailarinas ocidentais. Principalmente das mais inexperientes.

Uma boa dica é observar a dança das egípcias para definir melhor as linhas, a leitura e os movimentos dos braços e mãos, de forma a adotar uma postura mais característica.

Muitos mestres egípcios vêm a nossa movimentação, geralmente, como uma   descaracterização da dança.

E, muitas vezes, isso acontece de fato.

Erro #7 – Movimentos Laterais de Cabeça na Raks Nasha’at (Khaleege)

Erros Mais Comuns na Dança do Ventre - KhalijiEm primeiro lugar, quero dizer que, já há algum tempo eu não uso mais o termo Khaleege pra nome de dança.

O nome da dança que normalmente as pessoas conhecem como Khaleege é “Raks Nasha’at”.

E muitas bailarinas quando começam a dançar Raks Nasha’at fazem movimentos laterais, bem curtinhos com a cabeça.

É como se estivessem deslizando a cabeça no alto do pescoço.

Um movimento bem conhecido e identificado como típico das danças árabes.

No entanto, esse movimento não faz parte de ginga da Raks Nasha’at.

Homens e mulheres do Golfo Pérsico movimentam a cabeça dando pequenos acentos para trás, não para os lados.

A movimentação é curta, delicada e pode se manter de forma prolongada durante toda a dança.

Por isso, movimentos laterais de cabeça, neste contexto de dança, pra mim, se enquadram perfeitamente num dos erros mais comuns na Dança do Ventre que vão fazer com que você pareça uma bailarina iniciante.

 

Erro #8 – Batidinhas de Punho na Raks Nasha’at (Khaleege)

Erros Mais Comuns na Dança do Ventre - Khaliji

Arrisco dizer que a Raks Nasha’at foi uma das danças mais deturpadas ao chegar aqui no Brasil, pois existem muitos equívocos relacionadas à forma como as bailarinas ocidentais entendem e interpretam essa dança.

Só para citar alguns exemplos, ela ainda é vista como uma dança “dura”, sem ginga e sem movimentação de quadril. Mas isso não é verdade.

E além disso, muitos movimentos acabaram ficando estereotipados, tais como as batidinhas de punho e dorso da mão, na testa, no punho oposto, peito, ombros e braços.

O que muitas bailarinas não sabem é que esses movimentos não são típicos da Raks Nasha’at. Eles são apenas gestos de interpretação pessoal das letras das músicas. E podem ser executados em qualquer tipo de dança.

Eles foram erroneamente vistos como típicos e passaram a ser incorporados e reproduzidos em todas as danças por várias bailarinas ocidentais desavisadas.

Logo, um dos erros mais comuns na Dança do Ventre que vão fazer você parecer uma bailarina iniciante.

Erro #9 – Passos de Dabke no Said

Erros Mais Comuns na Dança do Ventre - Dabke
Amir Ferreira – RJ
  • O Said é uma dança típica do Alto Egito, região de El Said, que se localiza no sul do país.
  • A dança nasceu a partir da luta marcial com bastão, denominada Tahtib.
  • Os habitantes daquele lugar têm um estilo muito próprio de vida.

Essas e outras características influenciam na postura das pessoas ao dança, nos desenhos dos passos e na forma com que executam esses passos.

Quando eu vejo uma bailarina pulando sem parar, pulando de qualquer forma, pulando por pular e ainda por cima, executando passos de dabke, fica bem claro pra mim o seu total desconhecimento a respeito dessa dança folclórica.

A Dança Said é uma dança muito bem “desenhada”, isto é, possui códigos muito claros e uma movimentação muito específica.

Por isso, eu diria que Said é uma dança com uma personalidade muito forte, muito marcante e com uma ginga muito própria.

O Dabke, por sua vez é uma dança executada em vários países do Continente Asiático.

Se as bailarinas tivessem pelo menos o hábito de pesquisar o mapa toda vez que fossem aprender uma dança, entenderiam minimamente o quanto é incoerente não distinguir Dabke de Said, duas danças de origem tão diversas.

Este erro de interpretação acontece tanto em músicas folclóricas quanto em Rotinas Clássicas, nas quais aparecem os trechos folclóricos.

Em resumo, se a intenção for retratar a dança tal como ela é, usar passos de Dabke em músicas Said é sem dúvida alguma, um grande erro.

Mais do que isso, é um dos erros mais comuns na Dança do Ventre. E persistir nele, com certeza fará com que você pareça uma iniciante.

Erro #10 – Said Moderno???

Erros Mais Comuns na Dança do Ventre - Shaabi

Acredito que saber reconhecer os ritmos seja de grande valia para diferenciar os diversos gêneros musicais árabes.

No entanto, é preciso compreender que o ritmo sozinho, isolado dos demais elementos da música, não quer dizer muita coisa.

E mais do que isso, pode induzir a bailarina ao erro.

Para identificar corretamente uma música é preciso conhecer sua estrutura musical como um todo. Isto é, identificar os instrumentos presentes e como eles se harmonizam dentro de uma composição tipicamente árabe.

Outros elementos, muitas vezes, serão também determinantes na correta identificação de um gênero musical, tais como:

  • A letra da música.
  • O compositor,
  • A data em que a música foi composta,
  • A origem da música, etc.

O que acontece  quando uma bailarina não tem todo esse conhecimento?

Ela tende a achar que qualquer música que tem o ritmo said é adequada para se dançar com bastão.

Por outro lado, como ela percebe minimamente que a música não é folclórica, ela a classifica como sendo uma espécie de “Said Moderno”.

Na verdade, não existe este gênero musical chamado “Said Moderno”.

O que as bailarinas estão chamando de said moderno, na verdade são outros gêneros musicais que possuem o ritmo said, mas não são músicas said.

Geralmente essas músicas são Sha’abi ou Dabke.

E tanto o Sha’abi, quanto o Dabke, possuem suas linguagens, seus códigos e, portanto, sua forma correta de interpretação.

Dançá-los como Said, com certeza, vai fazer você parecer uma bailarina iniciante.

E este é o último dos erros mais comuns na Dança do Ventre que eu gostaria de abordar neste artigo.

Erros Mais Comuns na Dança do Ventre - Baladi Alunas

Mas eu prometi uma surpresa, certo?

Eu decidi transformar este post num e-book para que você possa consultá-lo sempre que desejar, independente de estar online ou não.

Mas não para por ai. No e-book, eu acrescentei outros 5 erros mais comuns na Dança do Ventre que vão fazer você parecer uma bailarina iniciante.

Isso mesmo. Um e-book com uma relação dos 15 erros mais comuns na Dança do Ventre e, para você baixá-lo, basta clicar na imagem abaixo.

Será preciso cadastrar o seu e-mail para ter acesso a este material que preparei com muito carinho pra você. 

Ebook Os 15 Erros Mais Comuns na Dança do Ventre

Slide3

 

E então, o que você achou deste artigo? Ele foi escrito especialmente pra você. Por isso, deixe o seu comentário.

Como sei que este é um assunto que dá margens a muitas discussões, eu gostaria muito de saber a sua opinião. 😉

Nos vemos no próximo post!!!

Kisses

  • Bete Vieira

    Como eu sou iniciante, terceiro ano na DV, eu faço um monte de coisa errada, mas estou estudando e assim vou eliminando os erros, tando os aprendidos como o incorporados espontaneamente 🙂 Obrigada!

    • Sem dúvida… a dança é um processo de aprendizado constante. Vamos consertando nossos erros, vamos estudando, dançando e seguindo em frente!!!! 😉 Bjs, querida.

  • Ana Aziza

    Amei!!!!!!!

  • Rebeca Bayeh

    Parabéns pelo post e pela pesquisa!
    Muito bons!!!
    Obrigada por compartilhar conhecimentos. Aprendi bastante!
    Beijão!
    Beca

    • Por nada, minha linda!!!! Obrigada… e vem mais coisa por ai. 😉

  • Fernanda Gaede

    Haha sou iniciante…mas com esssas dicas vou deixar de ser rapidinho rsrs. Adorei ! Bjs

    • kkkkkkk… bonitinha!!! Na verdade, eu acredito que sempre seremos iniciantes em algum momento… pra sempre!!! E isso é bom. Nos faz sempre correr atrás pra estudar, rever temas, conceitos… e estrada longa, pra vida toda. Super beijo, amore. Aproveite o material, estude, questione, e… vamo que vamo!!!! Bjs!

  • Khaled Emam

    Parabéns Nilza pelo post, e obrigado por citar meu nome e meu site, conte comigo sempre, abraços e sucesso.
    Khaled Emam

    • Obrigada. Conto sim!! Conto sempre. Vc faz parte da minha formação bjs

  • Giselle

    Obrigada pelas dicas!! Fazem todo sentido e ajuda, inclusive, na improvisação e criação de solos!
    E vamos estudar!!

    • Com certeza!!!! Obrigada a vc pela sua participação aqui no Blog. Bjs, querida!!!

  • Isa Peripolli

    Muito bom Nilza! Linguagem clara e bem específica! Adorei!! Tem algum livro sobre a cultura árabe relacionada a dança que você indique?? Beijos :*

    • Oi querida. Obrigada. Olha, eu indico os livro do Tufic que fala sobre a cultura libanesa e o da Jade que fala da experiência dela no Cairo. Não são livros específicos de dança, mas dão uma boa visão geral da cultura local. bjuss

      • Isa Peripolli

        Obrigada lindona!! Vou procurar 😀

  • Lily Julio

    Sou iniciante e suas dicas irao me ajudar muito ! Gratidao por compartilhar com todas nós !

  • Cecilia Faveri de Oliveira

    Muito obrigada!

  • Jack G

    Olá Nilza, parabéns pela matéria! Sou aluna iniciante e essa parte “teórica” da dança faz muita falta e toda diferença! Obrigada.

    • Valeu, querida, um grande beijo. Espero estar ajudando!!!! Bjus

  • Amanda Borges

    Gratidão, Nilza! Acompanhar seu blog é uma das minhas ferramentas preferidas de estudo!!! <3

    • Oi minha querida!!! fico muito feliz que esteja por perto. Bjs enormes!!! Um grande beijo!!!!